Alguns textos legais disponíveis online:
ATLAN, Henri. 2003. Ruído e determinismo: diálogos espinosistas entre Antropologia e Biologia. Mana 9(1):123-37.
BARBOSA DE ALMEIDA, Mauro W. 1999. Guerras culturais e relativismo cultural. Revista Brasileira de Ciências Sociais 14(41):5-14.
BARBOSA DE ALMEIDA, Mauro W. 1999. Simetria e entropia: sobre a noção de estrutura de Lévi-Strauss. Revista de Antropologia 42(1-2):163-97.
BECKER, Howard. 1996. A escola de Chicago. Mana 2(2):177-88.
CAFFENTZIS, George. 2007. Crystals and analytical engines: historical and conceptual preliminaries to a new theory of machines. Ephemera 7(1):24-45.
CARNEIRO DA CUNHA, Manuela. 1998. Pontos de vista sobre a floresta amazônica: xamanismo e tradução. Mana 4(1):7-22.
DIAS, Juliana V.G. 2009. O rigor da morte: a construção simbólica do “animal de açougue” na produção industrial brasileira. Dissertação de Mestrado em Antropologia Social. Campinas: IFCH-UNICAMP.
HARAWAY, Donna. 1991. A cyborg manifesto: science, technology, and socialist-feminism in the late twentieth century. In: Simians, cyborgs, and women: the reinvention of nature. London: Free Association Books, pp.149-81 [1987].
LAZZARATO, Maurizio. 1992. Le concept de travail immatériel : la grande entreprise. Multitudes.
LAZZARATO, Maurizio. 2004. General intellect: towards an inquiry into immaterial labour. Multitudes.
LIMA, Tânia S. 1996. O dois e seu múltiplo: reflexões sobre o perspectivismo em uma cosmologia tupi. Mana 2(2):21-47.
MARX, Karl. 1973. Grundrisse: Outlines of the Critique of Political Economy. (Trad. Martin Nicolaus for Penguin; Scanned in 1997 by Tim Delaney for marxists.org). [1857-1861]
SAUTCHUK, Carlos E. 2007. O arpão e o anzol: técnica e pessoa no estuário do Amazonas (Vila Sucuriju, Amapá). Tese de Doutorado em Antropologia. Brasília: UnB.
STRATHERN, Marilyn. 1998. Novas formas econômicas: um relato das terras altas da Papua-Nova Guiné. (Trad. Kátia M. Pereira de Almeida) Mana 4(1):109-39.
TERRANOVA, Tiziana. 2003. Free labor: producing culture for the digital economy. Electronic Book Review.
VELHO, Otávio. 2001. De Bateson a Ingold: passos na constituição de um paradigma ecológico. Mana 7(2):133-40.
VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. 1996. Os pronomes cosmológicos e o perspectivismo ameríndio. Mana 2(2):115-44.
Grupo de Pesquisa Conhecimento, Tecnologia e Mercado - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas - Universidade Estadual de Campinas.