Nada#12

Foi lançada a Nada#12, a primeira depois da “nossa” (não podia perder a oportunidade de dizer isso). Maravilha de revista, muito bonita como sempre. Este número está mais leve do que o anterior, tanto pelo número menor de páginas (142) quanto pela própria gramatura do papel. Ela está até alguns milímetros menor… Mas isso é só forma.

O conteúdo está magnífico e, posso dizer, bastante denso. Eu destaco os textos “Notas para uma metafísica do gene”, de Howard Caygill (Goldsmiths College), “Cultura somática e tecnologias”, de Maria C.F. Ferraz (Universidade Federal Fluminense), “Entre fricções, factos e ficções”, do nosso colega André L. Favilla (Facamp, CTeMe), e “Pontal”, do escritor e editor João Urbano.

O restante da revista também está supimpa, com textos de Luís Quintais, Marcus Steinweg, Jorge L. Rosa e uma entrevista com Paulo Mendes (essa entrevista, aliás, é um prato cheio para qualquer um interessado no mundo das artes em Portugal nos anos 90).

No geral, o número pega pesado em questões metafísicas e ontológicas, peso e densidade que transparecem na pintura que ilustra a sua capa. Vale comemorar o retorno das páginas coloridas à revista, e merecem menção especial as fotografias do “membro anónimo do Sonderkommando de Auschwitz” exibidas no texto de Rosa, que trata delas.

A revista pode ser encontrada na Espanha e no Brasil, além de sua terra natal, Portugal.

Pedro P. Ferreira

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